A FADA ajuda empresas a transformar uma intenção de apoio em prioridades, aplicação organizada de recursos e comprovação do que foi realizado.
A empresa pode começar pelo objetivo que gostaria de alcançar. A partir daí, a FADA avalia quais necessidades, iniciativas e formas de apoio podem se aproximar desse objetivo e como o bem-estar animal pode dialogar com interesses institucionais, territoriais ou de mercado da própria empresa.
Esse objetivo pode ser, por exemplo:
Um aporte realizado em um único momento.
Aportes mensais, trimestrais ou em outra periodicidade acordada.
Na ausência de critérios previamente acordados e formalizados com a FADA, os recursos são aplicados em produtos e serviços relacionados aos projetos acompanhados, de acordo com as necessidades identificadas e as condições de execução de cada iniciativa.
Com critérios previamente definidos com a FADA
Antes da doação, a empresa pode conversar com a FADA sobre o que pretende alcançar com esse apoio. A partir desse objetivo, os critérios que orientarão a busca por possibilidades de apoio e a aplicação dos recursos são definidos e formalizados previamente.
A empresa pode ter interesse, por exemplo, em atuar em determinado território, aproximar-se de uma comunidade, envolver colaboradores, dialogar com seus clientes, desenvolver uma ação vinculada à marca ou incluir o bem-estar animal entre suas frentes de atuação social.
Depois de compreendido o objetivo da empresa, a FADA avalia quais iniciativas, necessidades e formas de apoio apresentam aderência. É nessa etapa que podem surgir, por exemplo, possibilidades relacionadas à castração, prevenção, adoção, cuidados de saúde, estrutura ou fortalecimento da atuação de uma iniciativa.
Quando houver aderência, a aplicação dos recursos em produtos e serviços considera as necessidades compatíveis com o objetivo acordado para o apoio.
A empresa pode formalizar sua participação como Doadora Impulsionadora.
Nesse formato, além da transparência pública, recebe relatórios específicos e pode ter acesso às notas fiscais, recibos e demais comprovações sem anonimização.
Como esses documentos podem conter dados pessoais, essa relação é formalizada para permitir o compartilhamento adequado das informações e atender às responsabilidades previstas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) — Lei nº 13.709/2018 .
Assim como uma pessoa física, a empresa pode acompanhar a aplicação dos recursos pelas páginas públicas de transparência da FADA.
Notas fiscais e recibos também ficam disponíveis publicamente, com os dados necessários anonimizados.
A Associação Sementes de Gaia, do Rio de Janeiro, atua como Doadora Impulsionadora da FADA e realiza aportes mensais.
Seu objetivo é contribuir para retirar protetores de situações de vulnerabilidade ou ampliar o impacto de suas iniciativas, permitindo que atendam mais animais.
A associação também indica projetos de diferentes regiões do país para triagem da FADA.
O objetivo de outra empresa pode ser diferente. Ela pode, por exemplo, querer fortalecer sua atuação em uma determinada região. A partir desse objetivo, a FADA pode avaliar quais necessidades e possibilidades de apoio naquele território apresentam aderência.
A taxa operacional padrão é de 17% sobre o valor bruto recebido.
A taxa se aplica aos apoios recebidos de pessoas físicas, pessoas jurídicas, Doadoras Impulsionadoras ou não, salvo condição diferente formalmente acordada.
Essa taxa constitui a remuneração da FADA.
O valor destinado à execução dos projetos corresponde ao valor bruto recebido, descontada a remuneração da FADA.
A empresa pode já apoiar alguma iniciativa, ter um objetivo que gostaria de alcançar, atuar em uma região específica ou simplesmente querer entender como o bem-estar animal pode se relacionar aos seus interesses e quais possibilidades de apoio existem.
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