Projeto do Tonho - Rio de Janeiro/RJ
Rio de Janeiro/RJ | Cerca de 60 gatos vivem em uma colônia formada em área pública. O projeto precisa construir uma estrutura de contenção para acelerar as castrações, interromper novas ninhadas e começar a reduzir essa população.
Em uma área pública do Rio de Janeiro, cerca de 60 gatos vivem em uma colônia formada ao longo do tempo.
O Projeto do Tonho inicia um novo ciclo com um objetivo claro:
criar as condições necessárias para conter os animais com segurança, avaliar sua condição, interromper a reprodução, realizar os cuidados previstos e preparar para adoção aqueles que apresentarem perfil para convivência doméstica.
A primeira etapa necessária é estrutural.
Sem uma área adequada de contenção e manejo, não é possível organizar a captura, identificação e passagem dos animais pelas demais etapas com segurança.
Este ciclo prevê:
A estimativa atual é de que 57 gatos ainda precisem entrar no ciclo de avaliação e castração.
Isso não significa que todos passarão imediatamente pelos mesmos procedimentos.
A sequência de atendimento e os custos veterinários serão definidos a partir da primeira avaliação e da condição efetivamente encontrada nos animais.
Alguns materiais necessários para a captura e o início da intervenção já foram adquiridos.
O projeto já conta com:
Esses recursos permitiram iniciar a preparação.
Agora, o próximo passo é concluir a estrutura básica de contenção antes que a captura dos grupos possa avançar de forma mais organizada.
Hoje, Tonho consegue agir sobre poucos animais de cada vez.
Para uma colônia desse tamanho, é necessário criar uma estrutura mínima onde os gatos possam permanecer durante captura, identificação, avaliação, procedimentos e recuperação.
A área ainda será definida com o projeto.
Entre as necessidades previstas estão:
A imagem acima funciona como referência de organização, e não como desenho definitivo do gatil.
Dimensões, divisões internas, quantidade de espaços individuais e capacidade serão definidos depois do alinhamento com o Projeto do Tonho.
A captura não pode ser seguida imediatamente pelo agrupamento dos gatos.
Antes de conhecer a condição sanitária de cada animal, será necessário evitar misturas inadequadas.
Depois da captura, cada gato deverá ser identificado, passar pela avaliação inicial e, quando previsto, pelos testes necessários antes da definição do local onde poderá permanecer junto a outros animais.
Por isso, a estrutura também precisa prever isolamento individual temporário para animais que ainda aguardam avaliação, testes ou definição de conduta.
A quantidade desses espaços ainda será definida de acordo com:
Depois da avaliação e dos testes, os espaços poderão ser reorganizados conforme as condições efetivamente encontradas.
Os animais precisarão ser removidos da arapuca, transportados até a área de contenção e levados para atendimento quando necessário.
Para isso, o ciclo também prevê a aquisição de caixas de transporte adequadas.
A higienização da estrutura também será uma necessidade contínua enquanto houver animais contidos.
Por isso, o ciclo poderá incluir produtos e materiais destinados à limpeza e desinfecção do ambiente.
Outros materiais poderão ser incluídos conforme a estrutura for definida e os primeiros grupos começarem a entrar.
Nem todo gato capturado seguirá imediatamente para castração.
Primeiro será necessário conhecer sua condição.
A avaliação inicial permitirá identificar:
Por isso, os custos veterinários deste ciclo ainda não estão totalmente definidos.
Eles serão organizados depois da primeira avaliação, conforme as necessidades efetivamente identificadas nos animais.
Entre os gatos observados na colônia, há também animais com sinais que precisam de avaliação veterinária específica.
Interromper novas ninhadas é uma das principais razões desta intervenção.
Mas a castração precisa fazer parte de uma sequência organizada.
O animal precisa ser:
capturado → identificado → avaliado → testado quando previsto → encaminhado para o procedimento indicado → recuperado → direcionado para o próximo passo.
A estrutura de contenção é justamente o que permite organizar essa passagem dos animais pelas diferentes etapas.
Hoje, enquanto vivem soltos, os gatos ainda conseguem obter parte da alimentação no ambiente e não utilizam areia sanitária.
Quando forem capturados para avaliação, castração, recuperação ou tratamento, essa realidade muda.
Enquanto estiverem contidos, os animais passam a depender dos alimentos fornecidos pelo projeto e também haverá consumo de areia sanitária.
Por isso, ração e areia fazem parte dos recursos necessários para executar este ciclo e serão fornecidas por tempo determinado, enquanto os animais estiverem contidos para a realização das etapas previstas.
A quantidade utilizada dependerá:
O consumo será ajustado conforme a intervenção avance.
O fornecimento previsto neste ciclo acompanha o período necessário para avaliação, procedimentos veterinários, recuperação e preparação dos animais aptos para adoção.
Concluídas essas etapas, incluindo o cadastro dos animais aptos em plataformas de adoção e a realização de ao menos uma ação de divulgação ou adoção, o fornecimento de ração e areia previsto nesta campanha será encerrado.
A continuidade dessas necessidades permanecerá sob responsabilidade do Projeto do Tonho.
Esta campanha não assume a alimentação e a areia desses animais de forma permanente.
Concluídas as entregas previstas neste ciclo, a continuidade dos cuidados e das necessidades recorrentes permanecerá sob responsabilidade do projeto.
A contenção também permitirá conhecer melhor os animais.
Alguns poderão apresentar condições para convivência doméstica.
Nesses casos, o projeto poderá:
A adoção depende da existência de pessoas interessadas e compatíveis com o perfil de cada animal.
Por isso, a entrega deste ciclo é preparar e dar visibilidade aos animais considerados adotáveis, sem prometer quantos serão efetivamente adotados.
Para animais com condições sanitárias específicas, a divulgação para adoção também precisará considerar as necessidades do futuro lar e os cuidados que poderão ser exigidos.
A proposta não é manter todos os gatos confinados indefinidamente.
A estrutura servirá para que os animais passem, com mais segurança, pelas etapas previstas neste ciclo.
Depois de castrados e recuperados, os próximos encaminhamentos dependerão da condição de cada animal e da realidade do projeto.
Alguns poderão permanecer em tratamento.
Outros poderão ser preparados e divulgados para adoção.
A estrutura continuará sob responsabilidade do Projeto do Tonho depois do encerramento deste ciclo.
Tonho acompanha há anos uma população de gatos em uma área pública do Rio de Janeiro.
Parte da alimentação é fornecida por ele.
Outra parte ainda é obtida pelos próprios animais no ambiente.
A reprodução, porém, acontece em um ritmo maior do que ele consegue responder individualmente.
Dos aproximadamente 60 gatos acompanhados, estima-se que 57 ainda precisem ser castrados.
Tonho também mantém outros animais em sua residência e em um sítio, o que torna inviável transformar a colônia inteira em uma nova responsabilidade permanente dentro de sua casa.
O objetivo deste projeto não é transferir todos esses gatos para Tonho. É criar condições para atuar sobre essa população de forma organizada.
Além dos cerca de 60 gatos acompanhados na colônia, Tonho e sua esposa mantêm:
A alimentação levada ao sítio também beneficia aproximadamente sete cães comunitários.
Ao todo, são cerca de 125 animais diretamente acompanhados, além dos cães comunitários beneficiados pela alimentação.
Grande parte dessas despesas continua sendo assumida pela própria família.
Este ciclo, porém, está concentrado na intervenção sobre a colônia.
Necessidades dos animais mantidos na residência e no sítio também poderão receber apoio, desde que isso não comprometa os recursos necessários para o objetivo principal deste ciclo, que é avançar na intervenção sobre os gatos da colônia.
A prioridade permanece na estrutura de contenção, avaliação veterinária, castrações, testes, vacinação, tratamentos previstos, recuperação e preparação dos animais aptos para adoção.
O Projeto do Tonho conduz a execução local.
Cabe ao projeto:
A FADA apoia a estruturação deste ciclo e organiza os recursos que passam através dela.
Com os recursos efetivamente recebidos, a FADA poderá:
As decisões sobre metragem, configuração da estrutura, número de áreas de isolamento, divisões internas e demais necessidades operacionais serão alinhadas com o Projeto do Tonho antes das aquisições correspondentes.
O Projeto do Tonho conduz a intervenção. A FADA organiza os recursos e a transparência relacionados aos apoios realizados através dela.
Ao final deste ciclo, será possível apresentar:
Os dados sobre adoção e continuidade dos cuidados dependem das informações apresentadas pelo Projeto do Tonho, que permanece responsável pela condução dessas etapas locais.
Concluídas as entregas previstas para esta intervenção, este ciclo poderá ser encerrado.
A manutenção posterior dos animais e da estrutura seguirá sob responsabilidade do Projeto do Tonho.
A primeira necessidade é concluir a estrutura que permitirá organizar com mais segurança as próximas etapas.
Depois dela vêm captura, identificação, avaliação veterinária, castrações, testes, vacinação, tratamentos necessários, recuperação e preparação dos animais adotáveis.
Ração, areia, higiene, transporte e materiais de manejo também farão parte dessa execução.
Cada contribuição ajuda a reunir os recursos necessários para fazer esta intervenção avançar por etapas até a conclusão do ciclo.
A Associação Sementes de Gaia, primeiro Impulsionador da FADA, já contribuiu para os passos iniciais deste projeto.
A conexão começou por meio de Fernanda, sócia da Associação Sementes de Gaia, que conheceu a situação do Tonho e fez a indicação ao programa de apoio.
Seus recursos ajudaram a viabilizar:
Esses aportes permitiram que a preparação da intervenção começasse antes que todos os recursos necessários estivessem disponíveis.
O Impulsionador não assume a manutenção permanente do projeto. Seu aporte ajuda a viabilizar etapas que permitem à intervenção avançar.
O Impulsionador não assume a manutenção permanente do projeto. Seu aporte ajuda a viabilizar etapas que permitem à intervenção avançar.
Os Impulsionadores são empresas ou organizações que realizam aportes mais estruturados através da FADA e ampliam as possibilidades de apoio aos projetos.
Um Impulsionador pode apoiar uma etapa específica, um projeto ou diferentes iniciativas de bem-estar animal organizadas através da FADA.
O Impulsionador não assume a manutenção permanente do projeto. Seu aporte ajuda a viabilizar etapas que permitem a intervenção avançar.
Última atualização: 06 de setembro de 2026